Para a maior parte da planta, esse intervalo é aceitável. Mas, para ativos críticos sem redundância, o risco é alto: a falha pode evoluir e parar a linha justamente na janela em que ninguém está medindo.
Defeito de rolamento em estágio inicial pode evoluir em semanas. Se o intervalo entre medições é maior que isso, a próxima leitura chega depois da parada.
Onde não existe equipamento de backup, a indisponibilidade do ativo é a indisponibilidade da produção — e o custo da hora parada não se compara ao do monitoramento.
Cobrir tudo com a mesma frequência não é viável. O sensor fixo assume os pontos que precisam de vigilância permanente e libera a equipe para atuar por exceção.
O sensor mede no ponto. O Blugate leva o dado para a nuvem. A plataforma diagnostica e o analista valida.
Alimentação 110–240 V e conexão por 4G ou Ethernet. IP67, para ficar no ambiente de planta.
Sensor Bluvib fixado no mancal, com base em inox. Cada ponto recebe o perfil de coleta da sua máquina.
App Pacifco X e plataforma web com a condição do ativo, tendência e histórico centralizados.
A IA classifica a condição e sinaliza a falha provável. O analista valida e emite o laudo técnico.
A conectividade fica com o Blugate: 110–240 V, 4G ou Ethernet e grau de proteção IP67, para planta com ou sem rede corporativa disponível. Ver o Blugate 4G
Espectro, forma de onda, tendência e temperatura — nas três direções e com resolução configurável por máquina. É o que permite identificar a falha, e não apenas registrar que a vibração subiu.
A IA gera o pré-diagnóstico a partir de 20 anos de diagnósticos reais. O especialista valida a falha nas ferramentas de análise e emite o laudo. O que sai do fluxo é o trabalho repetitivo de medir.
Coleta automática no ponto, na periodicidade configurada, sem ninguém precisar ir até o ativo.
Classificação da condição e falha provável entre mais de 70 tipos, com base em 20 anos de diagnósticos reais.
O especialista confirma a falha nas ferramentas de análise e assina o laudo. O entregável técnico continua sendo humano.
Os três medem vibração e temperatura. A diferença está na máquina que cada um atende. Rotação normal: o Standard mede as três direções com um sensor só. Máquina lenta: o Premium capta vibrações bem mais baixas. Área com risco de explosão: o Premium ATEX, certificado.
As versões ATEX estão disponíveis sob consulta.
O contrato é medido em visitas. Crescer significa contratar técnico e comprar equipamento — e o ativo crítico do cliente fica sem cobertura entre uma inspeção e a próxima.
Cobertura 24/7 do ativo crítico sem deslocamento, contrato de monitoramento recorrente ao lado do contrato de inspeção, e o técnico indo à planta para intervir, não para medir.
Ativos sem redundância que param a produção inteira, intervalo de inspeção longo demais para falha de evolução rápida e equipe pequena para o parque que precisa cobrir.
O ativo sem backup passa a ser vigiado sozinho, o alerta chega antes da parada e a equipe atua por exceção, sobre informação e não sobre emergência.
A inspeção por rota cobre bem a maior parte do parque e continua sendo o caminho certo para a maioria dos ativos. O sensor fixo se justifica onde o intervalo entre medições é o próprio risco.
Ativo sem redundância, monitorado por sensores Bluvib. Veja abaixo o que aconteceu.
Motoventilador sem redundância em planta de transformação, com sensores Bluvib instalados nos mancais e coleta contínua.
O auto diagnóstico sinalizou falha em evolução com 53% de probabilidade, a partir da alteração no espectro em operação.
O analista confirmou defeito em pista externa de rolamento (BPFO) nas ferramentas de análise e emitiu o laudo.
Troca programada na data escolhida pela equipe, com o ativo operando até lá — sem parada não programada.
O acompanhamento contínuo mudou a rotina da equipe: passamos a agir sobre a informação, e não sobre a emergência.
Até 5 anos no Bluvib Standard, e a bateria é substituível em campo. A duração depende do perfil de coleta configurado: o Motion Detect só mede quando o ativo está em operação, o que evita gastar carga registrando máquina parada.
O que gera alarme falso é perfil de coleta genérico. No Bluvib, cada máquina recebe um perfil próprio de faixa de frequência, resolução e periodicidade, dimensionado para a rotação do ativo e para a falha que se precisa enxergar. A configuração precisa é o que garante sensibilidade suficiente sem gerar alarmes falsos.
Sim. O Blugate conecta por 4G ou Ethernet, tem grau de proteção IP67 e opera em 110–240 V. Em planta sem rede corporativa disponível, o caminho é o 4G do próprio gateway.
Sim. O Bluvib Premium ATEX está disponível sob consulta, para pontos de medição em área classificada.
Não é volume, é criticidade. O critério é o ativo sem redundância cuja parada interrompe a produção, ou aquele cuja falha evolui mais rápido do que o intervalo entre duas inspeções. Começar por um único ativo desses já é um projeto válido.
Não. O sensor mede sozinho; o diagnóstico continua passando pelo analista. A IA gera o pré-diagnóstico e o analista valida a falha e emite o laudo — é o que libera o especialista do trabalho repetitivo de medir.
Você compra os sensores e o gateway, e contrata o acesso à plataforma. O investimento entra como CAPEX e o hardware fica no seu ativo imobilizado.
Hardware e plataforma em um único contrato mensal, como OPEX. Começa menor, escala por ponto monitorado e não exige aprovação de investimento.